Talvez te pareça paradoxal,
porém tentei negar
sem a permissão do emocional.
Confesso, a ti vou amar !
(Pedro Augusto)
domingo, 16 de setembro de 2012
domingo, 9 de setembro de 2012
A oposição sinônima,
Vou contar uma história a você
contarei das ideias dilaceradas
pare, preste atenção, desligue a tv
e ouça das alegrias desmoronadas
Falar-te-ei de tal beleza,
chamada tristeza
acéfala, agoniante
quem sabe, uma amante ?
De nada só sabe
apenas de ficar ali, parada
pois a ela cabe
uma hora tão esperada
O mundo a alegria almeja
Enquanto a tristeza se aquieta
e quando precisa, rasteja
sempre discreta
Afogada nos gritos de um chuveiro
Entalada numa garganta que não quer gritar
D'alma um mero passageiro
Mas que sempre está a nos sufocar
Mas por que não a nos motivar ?
Detém de mesmas qualidades que teu antônimo
Inspirar, dar força nos encorajar,
Para mim tristeza da alegria um sinônimo
Ódio e amor se abraçam
Em tal relação sobrenatural
Alegria e estrela se entrelaçam
Nunca se altera, é uma cina universal !
(Pedro Augusto)
quinta-feira, 6 de setembro de 2012
Texto no ócio.
Cliche, o maior cliche.
Ultimamente é rotineiro deparar-se
com esse tal vicio dos plágios
Vou fazer algo, minha moral vai elevar-se
Do cliche, os ultimos estágios.
Chega ! Chega ! Chega !
Do que vou falar ?
Do amor ? Não, cliche.
Do nada ? Não, cliche.
De tudo ? Não, cliche
Falar sobres os cliches, inclusive, é cliche.
Essa palavra furta animos, gera temores.
Ideias, inpirações
E até os mais belos textos sobre amores
Multidões renegam revoluções.
Já existiu um amor que durou a eternidade ?
Faça o seu valer por duas.
Já fizeram a pior maldade ?
Destrua casas, prédios e até as luas !
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